Comentando o Sermão do Monte

O juízo temerário – As coisas santas não deis aos cães – Perseverança na oração – A porta estreita – Os falsos profetas – Devemos ouvir e cumprir as palavras de Jesus (Mt 7.1-29)

Dando continuidade a reflexão nesta seção, o   enfoque será na expressão “A Porta Estreita” (Mt 7.13,14). Nessa expressão o Senhor Jesus conclama os ouvintes a entrarem pela porta estreita para que possam ser salvos, porque a porta larga e espaçosa é o caminho da perdição, e disse Ele que poucos são os que são salvos, e a imensa maioria os perdidos.

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Comentando o Sermão do Monte

O juízo temerário – As coisas santas não deis aos cães – Perseverança na oração – A porta estreita – Os falsos profetas – Devemos ouvir e cumprir as palavras de Jesus (Mt 7.1-29)

Dando continuidade a reflexão nesta seção,  enfocaremos a expressão “Perseverança na oração” (Mt 7.7-12). A oração é um meio da graça que deve ser usado para se comunicar com Deus. A oração deve ser feita ao Pai em nome do Seu Filho Jesus Cristo, isto pelo Espirito Santo. Deus fala ao coração do homem através das circunstâncias, de sonhos, de profecias de curta duração e, especialmente, através de Sua Palavra, mas só há um meio pelo qual nos comunicamos com Deus que é através da oração.

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Comentando o Sermão do Monte

O tesouro no céu – Olho puro – Os dois senhores – Ansiosa solicitude pela vida (Mt 6.19-34) 

No primeiro ensinamento dessa seção, o Senhor Jesus critica a visão materialista do homem, que só pensa nas coisas deste mundo, em prosperar materialmente, e lhe apresenta algo infinitamente melhor, com dimensão eterna, que é colocar o coração nas coisas de Deus, dos Céus. Depois o Senhor trata da questão do olhar. Através dos olhos, se não houver vigilância, pode-se deixar o pecado dominar a alma, e a luz do Evangelho pode ser ofuscada; Em seguida, o Senhor enfoca a questão da mordomia cristã, da exclusividade do serviço que o servo deve devotar ao seu Senhor. Um coração dúbio que não entende nem se submete a exclusividade do reino de Deus, não é do agrado de Deus.

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Comentando o Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 10. Como criou Deus o homem?

Resposta. Deus criou o homem macho e fêmea, conforme a sua própria imagem, em conhecimento, retidão e santidade com domínio sobre as criaturas. Ref. Gn 1.27-28; Cl 3.10; Ef 4.24; Rm 2.14-15; Sl 86-8.

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Comentando o Sermão do Monte

Esmolas, Oração e Jejum (Mt 6.1-18)

Nessa seção, o Senhor Jesus enfatiza três temas importantes para a vida cristã: O primeiro é a questão da esmola. Esmolar, ou dar algo aos que necessitam, é algo que a Igreja de Cristo deve praticar. A prática da esmola agrada a Deus. “Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, e ele lhe pagará o seu beneficio” Pv 19.17. No Novo Testamento nos é dito que a beneficência e a comunicação são sacrifícios que agradam a Deus (Hb 13.16). O que o Senhor condenou quando tratou do tema foi a questão da ostentação quando se dá esmolas, ou seja dá esmola para aparecer. O outro tema é a oração que é um recurso que deve ser usado pelo cristão de forma continua e com sinceridade de coração. Aconselhou o Senhor que se pratique a oração particular. Noutra ocasião Ele enfatizou a oração junto com a comunidade. Aproveitando o ensejo, o Senhor ensinou a oração que chamamos de A Oração do Pai nosso (Mt 6.9-13).

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Comentando o Sermão do Monte

O juízo temerário – As coisas santas não deis aos cães – Perseverança na oração – A porta estreita – Os falsos profetas – Devemos ouvir e cumprir as palavras de Jesus (Mt 7.1-29)

Dando continuidade a reflexão nesta seção,  enfocaremos a expressão “As coisas santas não deis aos cães” Mt 7.6. O que são as coisas santas? Essas coisas são as coisas de Deus, do Seu reino. Sabemos pelas Bíblia Sagrada que Deus, graciosamente, se revelou a Si mesmo até aonde quis revelar o Ser, o Seu caráter, os Seus atributos e, sobretudo, a Sua vontade. Além disso,

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Comentando o Sermão do Monte

O Cumprimento da Lei e dos Profetas (Mt 5.17-48)

Nessa longa seção, o Senhor Jesus fala sobre a Lei Mosaica, na parte atinente à Lei Moral (as outras partes são: a lei civil e a lei cerimonial), e sua validade para o homem em todos os tempos. Ele mesmo declarou que não veio mudar a Lei e sim cumpri-la. Nessa fala, o Senhor Jesus menciona alguns mandamentos do  Decálogo e os reinterpreta dando-lhes a devida dimensão, bem como a outros mandamentos ligados à moralidade e aos bons costumes. O Senhor amplifica o significado de “não matarás” e de “não adulterarás”,

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Comentando o Sermão do Monte

O juízo temerário – As coisas santas não deis aos cães – Perseverança na oração – A porta estreita – Os falsos profetas – Devemos ouvir e cumprir as palavras de Jesus

Nessa seção, iremos tratar dos temas de forma individual. Comecemos com a questão do juízo temerário. Fazer juízo sobre a vida de uma pessoa sem conhecer os fatos não é aconselhável pela Palavra de Deus, pois podemos causar danos irreversíveis a essa pessoa. Tiago, o irmão do Senhor nos diz em sua epístola (Tg 4.11,12) que o juízo é uma exclusividade de Deus, o justo Juiz. No entanto, Deus deu a Igreja como comunidade local, autoridade para julgar as falhas de seus membros, observando aquele critério estipulado no A.T. e confirmado no N.T. de que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra será confirmada.

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Comentando o Sermão do Monte

As Bem-aventuranças

O Senhor Jesus Cristo começa o Sermão do Monte falando sobre as bem-aventuranças, nove ao todo, segundo o relato de Mateus. A palavra bem-aventurança significa feliz, muito feliz. Nas bem-aventuranças Jesus identifica os segmentos de pessoas agraciadas por Deus, e em seguida completa a declaração com o resultado da bem-aventurança. Na primeira bem-aventurança, o grupo identificado são os pobres de espirito, e o resultado da bem-aventurança é porque deles é o reino dos céus.

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