Comentando Atos dos Apóstolos

Saulo em Jerusalém e em Tarso (At 9.26-30)

Depois de fugir de Damasco às pressas, devido ao risco de perder a vida por causa da decisão dos da sinagoga daquela cidade de matá-lo, Saulo fugiu para Jerusalém. Naquela cidade procurou ajuntar-se à Igreja, mas os irmãos o temiam, não acreditando que fosse um cristão. Graças à intervenção de Barnabé, um dos conceituadíssimo líder daquela comunidade evangélica, que interveio e o apresentou aos apóstolos de Cristo agora como irmão caríssimo no Senhor, que inclusive testemunhara corajosamente da fé em Cristo em Damasco, a restrição cessou. Tirado o temor do coração dos irmãos, Saulo na liberdade do Espirito, entrava e saia (nas sinagogas? Nas casas? Na Igreja?) pregando o Evangelho. “Estava com eles em Jerusalém, entrando e saindo, pregando ousadamente em nome do Senhor” At 9.28.

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Saulo prega em Damasco (At 9.20-25)

Saulo de Tarso, depois de convertido a Cristo e de ser cheio do Espirito Santo e de ter sido batizado, começou a pregar nas sinagogas de Damasco afirmando que Jesus Cristo era o Filho de Deus, ou seja, que Jesus era o Deus Filho, já anunciando num ambiente judaico que a Deidade não se compunha de uma só pessoa como pensavam os israelitas. Os que ouviam a Saulo, no início, ficaram perplexos devido ao seu passado recente de perseguidor dos seguidores de Cristo.

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Pedro e João em Samaria (At 8.14-25)

A chegada do Evangelho em Samaria e a obra de Deus naquela cidade chamaram a atenção da Igreja em Jerusalém que comissionou os apóstolos Pedro e João a ir até lá e inspecionar o trabalho. “Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João”. At 8.14. Naquela cidade Pedro e João impuseram as mãos sobre os novos crentes para que eles recebessem o poder do Espírito Santo. “os quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo. (Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido, mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus)”. At 8.15,16.  

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A Visita de Ananias (At 9.10-19; 22.12-16)

Depois de ter sido alcançado pela graça de Deus na estrada de Damasco, Saulo foi levado cego para aquela cidade da Síria, e lá ficou hospedado na rua chamada Direita na casa de Judas, e ficou três dias sem comer nem beber. Nesse interim, o Senhor numa visão convocou o seu discípulo chamado Ananias para ministrar uma benção especifica na vida de Saulo. “Ora, havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. Disse-lhe o Senhor numa visão: Ananias! Ao que respondeu: Eis-me aqui, Senhor! Então, o Senhor lhe ordenou: Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando”.

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Simão, o mágico (At 8.9-13)

No relato do texto em apreço, nos é apresentada a figura de um homem famoso na cidade de Samaria, onde Deus usando a Felipe estava fazendo uma obra extraordinária, conforme visto no artigo anterior, que era um mágico chamado Simão que aceitara o Evangelho e fora batizado. O espertalhão Simão, o mago, vaidoso, carismático tinha se insinuado no imaginário samaritano como um grande vulto, iludindo assim o povo samaritano que lhe dava ouvido, ou obedecia aos seus comandos, inclusive chamando-o de a grande virtude de Deus.

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A conversão de Saulo At 9.1-9; 22.4-11; 26.0-18

Quando Estevão, o Diácono da Igreja Primitiva, foi apedrejado um jovem chamado Saulo de Tarso deu o seu voto favorável para a sua condenação. Logo após o sepultamento de Estevão, o livro de Atos nos fala que houve em Jerusalém uma grande perseguição contra a Igreja de Cristo, sendo Saulo o líder ou um dos seus líderes. “E também Saulo consentiu na morte dele. E fez-se, naquele dia, uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e da Samaria, exceto os apóstolos...

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 Filipe prega em Samaria (At 8.4-8)

A perseguição que desabara sobre a Igreja no início de sua existência, perseguição essa, tudo indica, liderada por Saulo de Tarso, no lugar de ser uma tragédia para a Igreja, foi uma benção do ponto de vista espiritual, pois os irmãos dispersos, segundo o texto em apreço, por onde passavam pregavam o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

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 Filipe e o Eunuco (At 8.26-40)

No texto em apreço, encontramos o Evangelista Filipe sendo orientado por um anjo do Senhor a deixar a obra que estava fazendo na cidade de Samaria, onde houvera uma poderosa manifestação do Espirito Santo salvando vidas e operando grandes sinais entre o povo. “E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te e vai para a banda do Sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserto”. At 8.26. O relato seguinte nos diz que Filipe obedientemente a voz de Deus saiu de Samaria para a beira de uma estrada na descida de Jerusalém para Gaza, que estava deserta. Em dado momento, Filipe observou que vinha um cortejo de um alto dignitário do reino da Etiópia.

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A morte de Estevão (At 7.54-8.1)

O resultado do longo sermão de Estevão foi do ponto de vista humano altamente negativo, pois não houve arrependimento nem conversão, muito pelo contrário, os ouvintes, os membros do Sinédrio, umas setenta pessoas, ficaram enfurecidos e rilhavam os dentre contra ele. Contrário ao coração furioso daqueles homens, o coração de Estevão estava cheio da graça de Deus e ele testifica para eles uma visão que Deus lhe estava dando: “Mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus” At 7.55,56.

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